quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

A preparação da Igreja

Assim deve ser prepara a Igreja onde se celebra o sacrifício de nosso Senhor Jesus Cristo.

domingo, 27 de dezembro de 2015

CHRISMA SÃO VICENTE: Ele está no meio de nós - Nona Parte

CHRISMA SÃO VICENTE: Ele está no meio de nós - Nona Parte: No dia seguinte, bem cedo, Padre Manfred acordou-se bem cedo, as cinco horas da manhã. Fez seu ritual de orações pela manha. De joelhos e...

CHRISMA SÃO VICENTE: Um natal sem Jesus

CHRISMA SÃO VICENTE: Um natal sem Jesus:

Um natal sem Jesus

Portanto, ter um Natal sem a presença de Jesus Cristo é o mesmo que ter uma festa de aniversário sem o aniversariante, ou ir a um casamento sem os noivos, e ainda, ir a um velório sem a presença do defunto.

Nossa sociedade secular, se é que existe tal coisa, pois ao dizer na forma simples sociedade, já nos remetemos ao pensamento de um grupo de pessoas mundanas. Todavia, acredito que é necessário expressar aqui que a secularização das pessoas, ou a pressão sobre elas para aderir as coisas do mundo, sem qualquer reconhecimento a coisas do céu e para as coisas de Deus, deixa claro o tipo de enrascada que nosso mundo tem se metido. 
Nossa sociedade secular, tem por absurdo plagiar as coisas de Deus, apropriando-se delas criminosamente, e na sequencia secularizando, profanando, deturpando seu valor original, esvaziando seu sentido e por fim, destruindo o principio sagrado em todas as coisas. Isto é extremamente perigoso.

Assim, aconteceu com o Natal. Por um esforço brutal, a Igreja Católica tem lutado para manter o principio original do Natal. Contemplando sempre a origem da celebração, o Nascimento do menino Jesus. Aquele que foi concebido pela Virgem Maria pelo poder do Espirito Santo de Deus.

Pela adesão do Calendário Gregoriano pela sociedade secular, e por um processo de legalização civil em cada país, o Natal, em muitos países de origem cultural cristãs, por meio da influencia direta da Igreja, aceitaram que o Natal fosse considerando alem de uma festa religiosa, um feriado dentro do calendário secular ou civil.

Pois bem, ocorre que se tornando um feriado Nacional, ou um dia em que as pessoas, em geral podem ficar em casa, as escolas estão fechadas, as empresas não funcionam ou funcionam parcialmente etc, as pessoas tem mais tempo celebrar e refletir sobre a festa do Natal e para cultivar em si o Espirito do Natal.

Todavia, por meio de uma distorção ideológica, o que deveria ser considerado o Espirito do Natal, acaba sendo associado com o certo Espirito de frouxismo, de molenguice, de moleza, de tolerância, de aceitação extremada de tudo quando é situação sem questionar, isso é que é atribuído hoje em dia o Espirito do Natal. Então as pessoas organizam festas de natal em boates, sítios, chácaras, casas, restaurantes, bares, shoppings etc. Em tudo o que é canto, as pessoas cultivam o raio do Espirito Natalino. Algumas pessoas cismam realmente que o Natal deve ser passado em família, um erro medonho.

Faz-se aquelas mensagem bizarras de Natal, desejando que o "verdadeiro espirito do Natal" esteja em seu coração. Celebram o Natal, caindo de bebados, em festas regadas a cachaça, caipirinhas, cervejas e comida a vontade. Tudo em busca do "Espirito Natalino". Dai vem aquele seu parente chato, cheio de cachaça e fica perturbando todo mundo, e em nome do "Verdadeiro Espirito Natalino, deve-se ter tolerância com aquela alma.

Infelizmente, nada disso tem a ver com o verdadeiro espirito natalino Cristão, visto que o Cristo que nasceu não era frouxo, molenga, nem tolerava tudo que era coisa, tampouco se dava a aceitar a profanação de coisas sagradas as quais para o próprio Cristo eram revestidas de um significado Santo e não para serem misturadas com tudo e qualquer porcariada que alguém julgue necessário.

Em 90% dos casos, em que se celebra o Natal nas casas, não se reza um terço, não se faz uma oração, sequer se lembram da data importante que é o dia 25 de Dezembro, data em que se lembra o nascimento de Jesus Cristo. Tampouco convidam a Ele para celebrar junto. Tampouco se entronizam dentro dos lares a lembrança do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, o presépio. Portanto, ter um Natal sem a presença de Jesus Cristo é o mesmo que ter uma festa de aniversário sem o aniversariante, ou ir a um casamento sem os noivos, e ainda, ir a um velório sem a presença do defunto. O significado da celebração tornou-se totalmente tolo, vão, vazio, esvaziado de si.

Na verdade, com a adesão do calendário civil a celebração do Natal, a festa revestiu-se de um contexto muito mais comercial e profano (bebedeiras, comilanças, festas ilimitadas etc). 

Que nos anos que se seguirão, Deus nos conceda a Graça de ter um Natal mais próximo de seus sentido único, a lembrança do Nascimento do Menino Jesus e a vinda d'Aquele que nos salvou.





quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

CHRISMA SÃO VICENTE: Do Céu, para obedecer ao Pai, por Amor!

CHRISMA SÃO VICENTE: Do Céu, para obedecer ao Pai, por Amor!: E saber que Ele veio do céu para nos salvar, por amor ao Pai e por amor a nós. Comecei a imaginar, esta tarde, como deve ser sido a con...

Do Céu, para obedecer ao Pai, por Amor!

E saber que Ele veio do céu para nos salvar, por amor ao Pai e por amor a nós.

Comecei a imaginar, esta tarde, como deve ser sido a conversa de Deus Pai com nosso Senhor Jesus Cristo para que eles concluíssem que Jesus deveria vir e salvar a humanidade.

Às vezes falamos com uma naturalidade irracional que Jesus deu a vida para nos salvar, que ele veio para nos salvar, que ele nos salvou por que nos ama, e na maioria das vezes, sequer refletimos sobre o que isso deveras significa. Quero dizer: Um Deus que realmente ama seu povo. Pois bem, diante esta óptica, imagino diversos cenários que reforçam muito este amor por nós e parece ser algo tão grande, que a mim, me faz desejar chorar.

Por diversos aspectos, imaginei que, a conversa entre Jesus e o Pai foi muito difícil. A Santíssima Trindade estava junta, naquela época o povo na Terra se dividia entre seguir a Deus e obedecer à Sua vontade, e fazer holocaustos infinitos para se purificar a cada desvio e contradição nos ensinamentos de Deus.

Se pararmos para meditar o quanto o céu é algo perfeito, infinitamente belo e bom, por conseguinte, que o simples fato de Deus Pai ter proposto a Jesus que viesse até a Terra, pois seria necessário que alguém amparasse a humanidade ensinando os caminhos e ao mesmo tempo se oferecendo em sacrifício e expiação dos pecados de toda a humanidade, para todo o sempre. Se parássemos aqui, já teríamos uma infinidade de razões para acreditar no amor que Jesus teve e tem tido pela humanidade inteira. Mas ainda não seria possível a nós com olhos humanos visualizar como foi a conversa.

Então Deus Pai informa por problemas e perigos de Jesus vir até a Terra, coisa que eu acredito está demonstrada por Jesus quando Ele ensina a parábola de Lazaro e do homem rico, esclarece: “(...) Mesmo que alguém ressuscite dos mortos, ficarão convencidos (...)”. Depois Deus Pai explica a Jesus tudo o que ele deveria passar.

Então sabemos que Jesus tinha plena consciência de que tipo de missão ele teria. Obviamente, sendo Deus, possui a superioridade divina e ausência de medos, angústias, traumas, dores, receios que um ser humano teria. Todavia, uma vez tendo se encarnado, e tendo que viver por volta de 33 anos no corpo que lhe fora gerado, a situação muda, visto que todas as sensações de um ser humano, juntamente com a carne, foram sentidas desde então. Sendo assim, embora divino e capaz de controlar as emoções do corpo, todos sabemos bem o julgo que a carne nos impõe. E é provado pelo Sr. Pierre Barbet quando explica o fenômeno da suar sangue no Monte das Oliveiras.

Jesus menciona diversas vezes, que veio a terra para obedecer a vontade do Pai, para fazer o que o Pai o pediu que o fizesse, para que se cumprisse a vontade do Pai.

Em resumo, deixando o céu, um lugar perfeito, sabendo que seria extremamente difícil fazer com que as pessoas acreditassem ainda que alguém ressuscitasse dos mortos, e sentindo agora o peso de saber tudo o que deveria passar (nascer, sofrer, conviver com o povo, habitar em seu meio, padecer no lenho, morrer na cruz, descer a mansão dos mortos, ressuscitar...) para completar a missão dada por Deus que era salvar o povo.

Jesus viu a morte de dezenove jovens numa cruz, viu a tentativa de apedrejamento de uma mulher, viu seu povo sofrer com problemas de escravidão, prostituição, lepra, doenças, cegueiras, possessões. Imagino agora, tendo um pouco mais de dimensão do amor de Deus por nós, como tudo isso devia ser difícil para Jesus conviver com. E hoje compreendo que tudo que ele fez, o fez por amor ao povo. As curas, os milagres, tudo o que ele fez foi pelo amor ao povo de Deus e a Deus. Por isso nos ensinou amar a Deus sobre todas as coisas e fazer o que ele diz, e ao próximo como Ele mesmo tem amado.

Como deve ter sido difícil a Jesus passar por tudo isso, ver tudo o que Ele viu. Conviver com uma raça de víboras, com uma raça de hipócritas, de covardes, de mentirosos e ladrões e ainda assim, manter-se firme a vontade do Pai e obedece-lo ao extremo.

Por fim, Ele disse ao Pai, aceito. Porque eu te amo e por que eu os amo. Os profetas começaram então a preparar o caminho anunciando e através do Espirito Santo os profetas anunciaram a vinda do Messias enviado por Deus.


Mas tudo isso foi possível em uma noite de Natal. Em volta de uma pequena manjedoura, reuniram-se reis, anjos e animais para reverenciar a chegada do Salvador que por amor, um amor forte, um amor grande, permitiu que pudéssemos conhece-lo e por meio d'Ele conhecer o amor que Deus Pai tem por nós. 

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