terça-feira, 28 de abril de 2015

DECRETO CONTRA O COMUNISMO

extraído do site montfort.org.br


DECRETUM CONTRA COMMUNISMUM
Decreto do Santo Ofício de 1949

Q. 1 Utrum licitum sit, partibus communistarum nomen dare vel eisdem favorem praestare.[Acaso é lícito dar o nome ou prestar favor aos partidos comunistas?]
R. Negative: Communismum enim est materialisticus et antichristianus; communistarum autem duces, etsi verbis quandoque profitentur se religionem non oppugnare, se tamen, sive doctrina sive actione, Deo veraeque religioni et Ecclesia Christi sere infensos esse ostendunt.

Q. 2 Utrum licitum sit edere, propagare vel legere libros, periodica, diaria vel folia, qual doctrine vel actioni communistarum patrocinantur, vel in eis scribere.[Acaso é lícito publicar, propagar ou ler livros, diários ou folhas que defendam a ação ou a doutrina dos comunistas, ou escrever nelas?]
R. Negative: Prohibentur enim ipso iure

Q. 3 Utrum Christifideles, qui actus, de quibus in n.1 et 2, scienter et libere posuerint, ad sacramenta admitti possint.[Se os cristãos que realizarem concientemente e livremente, as ações conforme os n°s 1 e 2 podem ser admitidos aos sacramentos?]
R. Negative, secundum ordinaria principia de sacramentis denegandis iis, Qui non sunt dispositi

Q. 4 Utrum Christifideles, Qui communistarum doctrinam materialisticam et anti Christianam profitentur, et in primis, Qui eam defendunt vel propagant, ipso facto, tamquan apostatae a fide catholica, incurrant in excommunicationem speciali modo Sedi Apostolicae reservatam.[Se os fiéis de Cristo, que declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, a defendam ou a propagam, "ipso facto" caem em excomunhão ("speciali modo") reservada à Sé Apostólica?]
R. Affirmative


Comentários
Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos.
Os que defenderem, propagarem ou declararem o materialismo dos comunistas também estão excomungados automaticamente.
Esse decreto do Santo Ofício de Pio XII, que foi confirmado por João XXIII em 1959, continua válido. Aliás, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.
Tal condenação do comunismo se soma às condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (ele também condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, Concílio Vaticano II (reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II.
Faz mais de cem anos que a Igreja Católica condena o comunismo, socialismo e qualquer tipo de materialismo e igualdade material. A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.
"Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro" (Pio XI)

segunda-feira, 27 de abril de 2015

CHRISMA SÃO VICENTE: Orações em Línguas e o dom falar de Línguas

CHRISMA SÃO VICENTE: Orações em Línguas e o dom falar de Línguas: Em uma espécie de debate que participamos outro dia, a respeito do assunto "Orações em Línguas" ou mesmo o "Dom de falar e...

Orações em Línguas e o dom falar de Línguas


Em uma espécie de debate que participamos outro dia, a respeito do assunto "Orações em Línguas" ou mesmo o "Dom de falar em Línguas", percebemos que o assunto ainda causa em algumas pessoas, estranheza e constrangimento.

Temos observado e percebido três fenômenos distintos que talvez confundam as pessoas ou, que no mínimo, interpretam como a mesma coisa e isso causa confusão. 

Por meio de uma leitura atenta da Palavra e dos fenômenos da Igreja, percebe-se que existem:
 
·        Dom de falar em outras Línguas;
·        Oração em Línguas diversas; e
·        A compreensão das Orações e falas em Línguas;


1)     O Dom de Falar em Línguas

A maior parte das pessoas atribui que, o fenômeno ocorrido e, relatado por Lucas no Capitulo 2 do livro de Atos dos Apóstolos, estão associados a oração em Línguas. Eu também já pensei isso, mas percebi, depois, com o tempo, por meio de uma leitura mais atenta que, não era exatamente correto o que eu havia compreendido.


1.Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2.De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados.3.Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles.4.Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.”

Aqui, grifamos duas expressões de fundamental importância para compreender o texto acima.

O mais importante aqui é compreender que um fenômeno ocorreu com os apóstolos por meio das Línguas de fogo e que esse fenômeno gerou uma ação, eles começaram a falar em línguas. No texto, não diz que eles falaram línguas estranhas, nem que ficaram se chacoalhando como se tivessem com problemas, diz que “Começaram a falar em línguas”.

Do nosso ponto de vista o mais interessante acontece depois, a surpresa de pessoas que falavam idiomas diversos, e estas começaram a ouvir em sua própria língua materna:


“5.Achavam-se então em Jerusalém judeus piedosos de todas as nações que há debaixo do céu. 6.Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua. 7.Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: Não são, porventura, galileus todos estes que falam? 8.Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?”

Aqui, acreditamos que as línguas faladas pelos discípulos de Jesus, não era de uma linguagem de confusão ou de anulação da sabedoria humana, mas uma linguagem de elevação do conhecimento e de busca de universalização das verdades que os discípulos estavam tentando conduzir.

E o texto deixa claro que “(...) são todos galileus (...)” como é possível que nós possamos ouvir a eles falarem em nossa língua materna.
Conforme definido pelo Padre Paulo Ricardo de Azevedo, o que ocorreu aqui não foi uma confusão de línguas mas “uma Babel ao contrário” levando a convergência da linguagem ao invés da língua embaralhada.

O ponto aqui, claro é que o que se falou nessa passagem bíblica foi uma língua compreendida e compreensível, clara, e reconhecida por outras pessoas que sabiam de sua existência.

Um fenômeno muito parecido com esse é narrado no livro The Boy who Met Jesus escrito pela  IMMACULEE ILIBAGIZA, o garoto Emmanuel Segatashya aprende falar dialetos africanos extremamente complexos e diferentes de sua língua mãe, em períodos curtíssimos, até que chega ao ponto de dominar e falar e passar a mensagem de Cristo em cada região da África que ele foi no idioma materno.

O milagre aqui está que, os estudos de Bilinguismo demonstram que para uma pessoa atingir fluência em um idioma, uma pessoa deve ter uma exposição de 1000 horas no mínimo, e mais que isso, que essa pessoa deve se empenhar para aprender e desenvolver. O jovem Segatashya passou de um analfabeto para orador em múltiplos idiomas africanos. Muito semelhante ao que ocorreu com os Apóstolos de Cristo.

Concluímos então, que a ação do Espirito Santo no Capitulo 2 de Atos dos Apóstolos nos leva a uma compreensão maior, muito mais do que a uma língua de confusão.

Esse processo é muito parecido com aprender outro idioma, exceto que, pela ação do Espirito Santo, nosso conhecimento é acelerado muito mais do que por estudos regulares. Vimos o que aconteceu com os Apóstolos e vimos o que aconteceu com o jovem Segatashya.

Outro ponto, é que é claro aqui que quem fala sobre a ação do Espirito Santo, fala para o outro, fala buscando a compreensão do seu próximo, e este que fala, tem a intenção de que os outros entendam.


2)     Orações em Línguas

No que diz respeito a orações em línguas ou glossolalia, algumas pessoas também chamam de a Língua dos Anjos, acreditamos que o Espirito Santo age em nós de uma forma tão profunda que não nos resta outra opção a não ser nos render a graça de d’Ele e render a Deus um louvor tão profundo e verdadeiro que saíra como um som ou ruído inefável, inexprimível ou incompreensível.

O embasamento para esse argumento se encontra no livro de Romanos, Capitulo 8, versículos 26-27.

“26 Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. 27 E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus.”



Nota-se claramente, que o fenômeno e orar em línguas estranhas ou desconhecidas, era comum durante a igreja primitiva pois o São Paulo se refere a ela em outras ocasiões.
Veja a passagem na Primeira Carta aos Coríntios, Capitulo 14, Versículos 1 até 5.

“1 Segui o amor, e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar.Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.3 Mas o que profetiza fala aos homens, para edificação, exortação e consolação.4 O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação.”

Acreditamos com isso que, São Paulo observou o fenômeno das orações em Linguas e que entendeu que quem ora em língua “(...) edifica-se a si mesmo (...)”. Nesta carta, São Paulo está muito mais preocupado com a forma como o orar em línguas é colocado e ele tenta instruir que as pessoas Profetizem muito mais, visando o bem comum, do que orem em línguas, entendendo ele que a oração em línguas é uma edificação pessoal.

Na carta a comunidade de Roma ele diz que o Espírito de Deus vem nos ajudar a nos aproximar de Deus. Mas, o entendimento de São Paulo é que a oração em línguas é muito mais pessoal e a pessoa que ora, fala com Deus e não para o próximo.

O que deve ficar claro aqui, é que a oração em Línguas é uma oração particular, sem sentido.

Certa vez, estava com uns amigos em um retiro, aproximadamente 30 mil pessoas estavam presentes. No meio de uma oração da manha, uma jovem soltou a voz e calou a todos com um canto em línguas muito alto, para quem esteve presente era claro que aquela jovem falava a Deus, mas era mais claro ainda que, pouquíssimas pessoas entenderam do que eles conversavam, inclusive eu. Fiquei marcado por aquele dialogo da Jovem com o Santíssimo Deus, mas fiquei curioso para saber qual era o assunto.

No contexto da Carta de Coríntios é possível notar em São Paulo um tom de desaprovação pelas orações em línguas de maneira desenfreada e sem qualquer sentido aparente.

Quando eu comecei a participar dos encontros da renovação Carismática, me pareceu claro que não havia ali um senso de obrigatoriedade ou senso mesmo coletivo, mas sim, um fortalecimento espiritual.

A “moça” que conduzia o encontro na época, dizia que dos Dom Carismáticos, este era o menor mas que serviria de porta de entrada para todos os outros.

Algumas condições eram necessárias para que a pessoa pudesse orar em línguas pelo Espirito Santo, e não era passar no teste do “trava-línguas”, era sim, necessário que a pessoa fosse batizada na Igreja Católica e depois receber o que era chamado de o Batismo no Espirito.


3)     A Compreensão das Línguas e das Orações em Línguas estranhas

Demonstra-se claramente que, a Bíblia trata de dois assuntos diversos quanto ao que chama-se Oração em Línguas e Falar em Línguas.

O complexo aqui, no final das contas é o do que está se falando.

Enquanto no primeiro tópico aqui exposto, o Falar em línguas busca a compreensão de todas as pessoas, a oração em língua não demonstra esta preocupação.

O complicado na oração em línguas, pela vivencia e pelo que todos tem experimentado é que, dificilmente se encontra alguém que  compreenda e que as interprete e por conseguinte que se interpretou, que essa interpretação seja crível. E, acreditar e provar que a interpretação é correta, neste momento, parece que se torna matéria de fé, ou acredita ou não acredita.

Como a oração em línguas, segundo São Paulo, é para uma edificação pessoal e de si próprio, e as profecias seriam mais eficiente na edificação do Grupo, assume-se então que ambos continuarão correndo em vias distintas.

O Padre Paulo Ricardo cita em seu vídeo no youtube dois episódios a cerca do fenômeno das orações em línguas:

a)  O Caso do Frei Francisco que emitia sons semelhantes ao barulho produzido por um pombo e quando questionado sobre isso, ele disse que não sabia o que era mas sentia próximo de Deus cada vez que o fazia.

b)  O Segundo Caso, foram as Lagrimas de Santa Teresa,

Conclusão:

A oração em língua é seguramente um fenômeno que ocorreu na Igreja primitiva em alguns grupos que pertenceram à Igreja. São Paulo definiu que eram orações muito mais voltadas para a edificação própria do que para a edificação da comunidade.

O Falar línguas distintas presente no livro de Atos dos Apóstolos, refere-se muito mais a possibilidade de se falar para outros grupos e que estes compreendam o que está sendo dito.

Quando me perguntaram se eu pessoalmente, oro em línguas, eu disse: Quando estou com os Carismáticos eu oro, quando não estou, não vejo necessidade!
Vejo nesse pensamento, a ideia de que não posso escandalizar as pessoas com quem convivo, mas não tenho embasamento suficiente para negar que o fenômeno ocorre. 



segunda-feira, 20 de abril de 2015

Chrisma São Vicente


A Catequese voltada ao Sacramento da Confirmação é destinada, geralmente, a 
adolescentes e jovens que buscam a manutenção de sua fé na Igreja de Cristo e em seu Batismo que ocorreu, muitas vezes, alguns anos atrás.

Acolhemos pessoas de todas as idades, mas em alguns casos, solicitamos a elas que procurem um grupo que possa auxiliar com maior propriedade em sua caminhada na Igreja.

O Grupo conta com uma equipe de seis catequistas e atende em média quarenta pessoas por encontro.

A Formação para receber o Sacramento da Confirmação dura aproximadamente quarenta encontros, que são ministrados aos sábados das 17 até às 19 horas.

A orientação da Igreja para que a pessoa receba o sacramento da Confirmação é que a pessoa tenha idade mínima de quinze anos.

A ideia da catequese da Crisma é inserir o eleito no contexto católico de maneira que ele passe a viver a frequentar os ambientes da Igreja Católica.  Por isso nossa catequese é voltada, duplamente, para assuntos espirituais, como Espirito Santo, tanto quanto para assuntos da vida religiosa como participar das missas ou orações pessoais.

O Sacramento da Confirmação, é também conhecido como o Sacramento do Espirito Santo ou popularmente chamado de Crisma, acreditamos que no momento em que a pessoa candidata a Crisma recebe a unção, uma graça do Espirito Santo será derramada sobre ela perenemente.

O nome Crisma se dá, pois na cerimonia onde a pessoa recebe a unção para Confirmação do Batismo, o óleo do Crisma.

Sendo o segundo sacramento da tradição Católica, a Confirmação é essencial para que as pessoas continuem sua fé em Jesus e, para que caminhem com a Santa Mãe Igreja em direção ao Coração de Deus.

Buscamos a cada ano, aprimorar nossos métodos e envolver todos os participantes por meio de dinâmicas, atividades, passeios, eventos e toda sorte de atividades que certamente farão parte da vida Cristã de todas as pessoas, não somente isso, mas consideramos importante a aderência dos “Crismandos” e de suas famílias na caminhada, de maneira a cumprir nossa missão de evangelização e de transformação da Família.

O Grupo do “Crisma”, integra, juntamente com outros grupos a Pastoral da Juventude e se comunica com frequência com a Pastoral da Catequese de maneira a manter sua caminhada na unidade da Fé.

Quem são as pessoas que podem receber o sacramento da Crisma?

Todas aquelas pessoas que foram batizadas na Igreja Católica e que tem o desejo de continuar sua caminhada junto a Santa Amada Igreja. Também é exigência da Igreja que o candidato a Confirmação esteja em “estado de graça”.
Não existe limite de idade e o Sacramento da Crisma é obrigatório para todas aquelas pessoas que desejam continuar na vivendo a graça de Deus.

O que é o Sacramento da Confirmação?

O Sacramento da Confirmação busca que a pessoa confirme, conscientemente, e de livre decisão a confirmação das promessas feitas no Batismo e firme um compromisso com Deus de segui-lo e não mais abandona-lo.
A unção realizada na pessoa demonstra que a partir da unção do óleo do Crisma, somos ungidos por Deus e repletos do Espirito Santo, já recebido no Batismo, agora, CONFIRMADOS em sua ação Santificante.

O que acontece na Confirmação?

Na confirmação é marcado na alma de um cristão batizado um selo indelével e eterno, que só se pode receber uma vez. O Dom do Espirito Santo é a força do Alto em que esse cristão realiza a graça do seu Batismo ao longo da Vida, como testemunha de Cristo.

O Grupo é conhecido na Paroquia como Grupo de Chrisma é esta presente no Facebook e na Internet através de um Blog. Abaixo os link para serem acessados:



quarta-feira, 15 de abril de 2015

CHRISMA SÃO VICENTE: Macabeus

CHRISMA SÃO VICENTE: Macabeus: A Paz de Jesus a Todos. Acabo de encerrar a leitura dos dois livros de Macabeus. Fiquei simplesmente impressionado com a forma relatada ...

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Estrutura Familiar Judaica

78i
Boa-tarde a todos, a paz de Jesus.

Outro dia, durante uma pregação a um grupo fechado, surgiu uma questão a respeito dos possíveis Irmãos de Jesus. 
Abaixo, um organograma simples demonstrando os níveis de parentesco, inclusive com citações bíblicas para melhor evidenciar.

Logo, vamos produzir, com base nas sagradas estruturas a composição da Família, baseada no livro de Mateus, onde fica evidente a filiação de Jesus e sua pertença a Casa de Davi.

Muitas pessoas perguntam se Maria teve outros filhos baseando-se na passagem citada em Mateus, Capitulo 12, versículo 27 que diz assim: "Eis que tua mãe e teus irmãos estão fora e procuram falar-te." e Jesus responde perguntando: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?"

Como existe um perigo na interpretação equivocada da Bíblia eu alerto para um cuidado, pois no Livro de Marcos, Capitulo 10, versículo 47 um cego diz: "Filho de Davi, Jesus, tem compaixão de mim!"
Agora se você não se atentar bem, em uma passagem alguém fala que a mãe e os irmãos, na outra passagem diz que Jesus é Filho de Davi, logo Davi, O Rei, seria o pai de Jesus. Certo?
O pequeno grande problema dessa afirmação a cerca de Davi está que era impossível que Davi fosse o pai de Jesus por uma razão muito simples, Davi viveu no período que seria aproximadamente entre 970 a 1010 anos antes do nascimento de Jesus. Uma pesquisa mais detalhada a cerca da vida de Davi, irá retornar a você que Davi teve muitos filhos, nenhum deles se chamou Jesus. 

Utilizaremos dois quadros para explicar a filiação de Jesus e sua estrutura.

Primeira Pergunta: Jesus teve outros irmãos carnais? Resposta não. Veja abaixo:


domingo, 5 de abril de 2015

A Vigilia Pascal - Abril de 2015

É com grande alegria no coração que celebramos, durante a noite da Vigília Pascal, a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Hoje, Domingo, celebramos convictamente a vitoria de nosso Senhor Jesus Cristo sobre a morte, redimindo nossos pecados e fazendo-nos acessar ao céu, juntamente com sua Glória.

Os Confins do Universo cantarão a ressurreição do Senhor Deus. Glorias a ti Senhor.

Jesus Ressuscitou, Aleluia, Aleluia!




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